📰 Pixel News – 15 de Maio

Sejam bem vindos moradores pixelados da nossa querida Cidade Gamer, e no episódio desta semana do Pixel News, iremos falar da volta da SEGA e do Mega Drive, o sucessor espiritual de Parappa the Rapper e tem jogo novo da LEGO chegando aí!

E direto da nossa redação Pixelada temos no comando, o Jogador Ocular, Jonny, e o Prefeito Vivacqua trazendo um resumo dos acontecimentos e notícias do mundo dos games da última semana.

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Comments

comments

  • Michael Pereira

    Essa notícia sobre o Mass Effect ser colocado na espera foi uma facada no meu peito. gostei muito do Andromeda,e estou até hoje jogando o multiplayer dele.
    Só espero que não fiquemos mais 5 anos sem um novo, principalmente em mundo onde temos Cod’s e os Fifas da vida todo ano. Fiquei triste sobre o estúdio de Montreal ter sido reconfigurado com a função de suporte, ele tem/tinha o potencial de trazer ótimos jogos no futuro e poderia revezar com os outros nas IP’s da Bioware. Um estúdio ficaria com o Dragon Age, o outro com Mass Effect, e o outro na nova IP que eles ficaram de revelar nessa E3.
    PS. Vocês falaram sobre um comentário defendendo o Andromeda alguns Casts atrás que tinha o tom grosseiro, e acho que provavelmente foi meu. Nesse caso peço desculpas, pq de maneira nenhuma foi a intenção ofender, já que gosto muito do conteúdo aqui da Cidade Gamer, mas sim, mostrar um ponto de vista diferente do que tinha sido abordado no Cast. Nesse caso foi falha minha não ter me expressado melhor e apontar as minhas frustrações com a cobertura que o jogo vinha levando pela midia especializada.

    • João Gabriel Rocha Câmara

      Eu pessoalmente não sou fã de Mass Effect, mas entendo sua dor, Michael. Infelizmente o mercado tem dessas coisas.

      Você tem todo o direito de expressar sua opinião e defender o jogo , acho que ninguém ficou ofendido. A tristeza é só a de ver um jogo tão aguardado ter tido essa recepção um tanto quanto apática. Por melhor que seja a história e os conceitos de jogabilidade, ME:A claramente não teve tempo suficiente para que a visão dos developers fosse completamente desenvolvida. Concordo que tem muito de “Efeito Halo” (não o jogo de Xbox, e sim o estudo em psicologia), e um tanto de comportamento de manada, mas, nesse caso específico, acredito 100% que a culpa não seja da Imprensa especializada, nem dos Trolls da internet. A culpa é de quem quer que tenha deixado/pressionado para o game ser lançado naquele estado. Daria pra entender se fosse um game Indie, ou de baixo orçamento, mas em um Ano de Horizons e Zeldas, 2 anos depois do fantástico Witcher 3 (que é similar em escopo, inclusive), esse Mass Effect ficou dificil de engolir.

  • Angelo Batista

    Já estou deitado na cama de sunga besuntado de óleo e com uma rosa na boca esperando Skies of Arcadia, esse RPG tenro e suculento do Dreamcast.

    • João Gabriel Rocha Câmara

      Ótima sugestão, acho que tem muita gente nesse barco (pun intended)

  • Ygor Amaral

    Espero que o Zelda pra mobile seja no estilo dos portáteis como o Between the Worlds e em mobile isso é suporte possível, um belo exemplo é o Oceanhorn que é praticamente um Zelda e deu super certo.

    • João Gabriel Rocha Câmara

      Seria bem legal, apesar de achar que celulares não serem essa maravilha toda quando se trata de inputs. Talvez algo mais ao genero roguelike, com jogabilidade baseada em Grid (tipo bomberman) funcione.

      • Ygor Amaral

        Possívelmente também funcione do jeito que vc falou, pois acho que nos celulares o tempo de gameplay n é tão longo, teria que ser bem prático e funcional

      • a não ser que possa controlar o Link como em um Diablo-like, fica excelente. Tenho jogado um joguinho chamado “Rogue Saga” (Android), para fins de comparação.

  • Rubens Mateus Padoveze

    Essa questão da TecToy é intrigante, é um mercado de nostalgia ou um mercado possível ao “custo Brasil”? Falta alternativas no Brasil para os números de jogadores e consumo de jogos igualar ao lá de fora? Pois população temos.
    E sobre o Castelo do Dragão já imagino uma distribuição internacional. Será?
    E a Sega será que também segue no mercado nostalgia? O quanto isso pode ser rentável? E faz sentido no japão? Que tem o costume de fazer novas histórias ao contrario dos EUA que ficam revivendo e reiniciando personagens (Marvel & DC)?

    • João Gabriel Rocha Câmara

      Nesse caso especifico, acho que realmente se trata de um produto para os nostalgicos. Durante os anos, varios Mega Drives e Master System foram vendidos por aqui pela Tec Toy, mas é a primeira vez que a iniciativa leva em consideracao a forma do console original e suas embalagens. Nao acho que tem potencial para ser grande de verdade, mas para atender o nicho especifico de colecionadores e nostalgicos em geral, acho que tá bem bacana. Pena que o preço sugerido, infelizmente, foge um pouco do território de compra de impulso.

      • Rubens Mateus Padoveze

        Entendi, acho que para a tender as pessoas com menos renda teríamos os que leem vários tipos de consoles antigos, acho.

  • Acho que a única coisa que incomoda de fato é o preço. O fato de a Tectoy criar esse console ainda é uma coisa válida, assim como fez com aquele Master System com 100+ jogos na memória e (acho que) um Mega Drive portátil.

    Lembrei que há alguns anos tive uma conversa com um antigo colega de trabalho sobre o assunto e ele havia comentado que deixa o filho (de uns 4 ou 5 anos, na época) jogar o mesmo Master System da Tectoy, e inclusive ele havia dito que é uma coisa legal manter esses consoles vivos, como faz a empresa.

    Vou confessar que a única razão de não ter um Master System (de você-sabe-quem, não vou repetir) é falta de espaço. Apesar que aquele MD Play…

    • João Gabriel Rocha Câmara

      Sim, o preço é tenso. O fato de ele não ir tão com a cara das TVs modernas me incomoda também. Mas os acertos são muitos, também. O fato de rodar tanto de cartuchos originais quanto Roms do SD Card mostra que tem gente na TecToy bem ligada no apelo que um console assim pode ter.