🎮 Cidade Gamer 274: O Efeito Nostalgia

Sejam bem vindos moradores pixelados do nossa querida Cidade Gamer! Hoje vamos falar do efeito que faz nós corrermos atrás de games, consoles e colecionáveis games só pelo falto deles serem nostálgicos, nisso vamos falar de Yooka-Laylee, Mighty No. 9, do novo velho Mega Drive da Tectoy e muito mais.

E pra matar saudades de uma época mais pixelada, juntamos uma velharia de pessoas pra falar de todos esses momentos! Contamos hoje com Patrick Buchmann, e da nossa equipe temos Victor Haratani, Bill Ogro e o Prefeito Vivacqua.

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Canecas da The Magic Box

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Comments

comments

  • duhbits

    Nenhuma menção à Night Trap 🙁

    • vivacqua

      HUahuahua, achei que iam reclamar que esquecemos o wonderboy!

  • Patrick Buchmann

    Que participante maravilhoso. Voz linda, comentários inteligentes… HOMÃO DA PORRA!

    • Victor Haratani

      ouvi o cast inteiro duas vezes procurando e não achei um sequer…

      • Patrick Buchmann

        É que o ministro da economia é meio mala e deve estar te distraindo

    • Guilherme Sansoni

      mas o Ed é membro, não é participante!!

  • Ricardo Souza

    Só faltou o Star-Fox na especulação do mini-Snes! :O
    Citando esse Sunset e Turtles in Time, bem que podia sair uma coleção retrô da Konami pros consoles e tal.

  • King Buddy Holly

    Olá! Olá! Olá!

    Fico decepcionado algumas vezes ao escutar algumas opiniões do CG. Primeiramente ressaltando que o podcast e os demais conteúdos deveriam ser considerados ser uma “safety zone” onde os fãs de videogames se sentissem confortáveis vendo a paixão por seus consoles (soft/hardware) entendida por seus iguais.

    Outro ponto é a análise rasa e torta que é realizada inúmeras vezes como foi na comparação pífia do novo MG com retropie, afinal um nitidamente é um esforço para o recondicioamento de componentes quase extintos, em favor de uma base que apenas emula (e o melhor é a colocação de que lá poderiam ser emulados outros consoles o que diminui a importância de um console único). Outra comparação é a do Minines com o novo MG – que segue a mesma linha anterior, afinal o Minenes é um emulador de software, não representa em nada o hardware, ou alguém foi capaz de usar fitas clássicas em um Mines?

    E para finalizar o uso das otorioCoins (e agora do hardwareOtarioCoins). Apenas para que eu entenda, caso um conteúdo que é grátis de alguma forma ofereça outras formas de capitalização, seja por itens cosméticos ou afins, quem aceita realizar tais pagamentos é “otário”? E se o conteúdo do cidade gamer é gratuito e disponível e mesmo assim diversos usuários se propõem a pagar mensalmente uma taxa, seríamos otários ou isso se aplica apenas a outros desenvolvedores?

    KBH!

  • Ygor Amaral

    Meu deosssss aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa nunca ri tanto na leitura de e-mails AHUAHUAHUHAUA

  • Rubens Mateus Padoveze

    Vejo que o tema debatido foi discutir sonhos requentados, afinal não é isso que os novos velhos jogos vendem?

    Não sei se é errado mexer assim com os sentimentos de outros, mas sei que em um mercado tão amplo é o mesmo que mexer em colmeia, alguns desenvolvedores vão saborear mais o mel que levar picadas… outro tadinhos… .

    Mas sobre o Mighty No. 9 fico curioso, vejo em muitos lugares e neste cast muito a questão de um desenvolvedor manipulador que um jogo ruim per se. Eu não joguei ele nem os Mega Man, acharia ambos igualmente bons só pela forma de jogar? Precisa testar, mas imagino se daqui 20 anos, esse raiva toda vai ser relevante para o jogo em sim.

    Brasil pegar restos dos EUA eu não acho ruim, digo cada pais tem suas preferencias, não é porque eles não gostaram de certos jogos que também devemos não gostar deles. Entendo que na época meio que fomos o ralo para evitar muitas perdas financeiras, mas hoje em dia com mais alcance de distribuição devemos ver separadamente cada mercado. E principalmente diferenciar os consumidores avidos dos casuais, os avidos que ficam dando suas opiniões e aparem na mídia, mas para ter folego um jogo precisa de ambos o publicos.

    E como os casuais demoram para trocar de jogos atacar na nostalgia me parece uma boa estratégia.