Reavaliando prioridades

Escolha como quer gastar seu tempo gamer.

Start para pausar, é preciso. 

Seja bem-vindo, caro gamer.

Hoje o tema vai justamente contra nosso hábito diário; falaremos sobre não jogar videogame. Não é castigo, nem mesmo tortura, é apenas um momento a ser tomado para que você repense suas prioridades gamers.

Será que estou jogando aquilo que quero?

O mercado mundial de games constantemente oferece opções de jogos para todos os gostos. Games de luta, com crossovers ou não; FPS’s, com boas histórias single-player ou não; shooters; adventures; indies ou grandes franquias. Não tenho problema algum com essas várias opções, mas uma coisa posso afirmar com total certeza: ninguém consegue jogar todos.

Uma vez que existe o limite de tempo em um dia ou que, para alguns, existe uma limitação ao tempo com os games, aconselho uma pausa para reavaliar se você está fazendo valer esse precioso tempo. Muitas vezes somos empurrados a jogar coisas que não queremos ou das quais não gostamos, mas que nossos amigos comentaram, ou das quais um site mostrou um excelente review, ou sobre as quais os seus podcasters preferidos falaram… O negócio é que você começou a jogar mas, depois de um certo tempo, já definiu que não gostou do estilo, história, protagonista ou do jogo todo em si. O que fazer?! Se a dor não for muito grande, se desapegue.

Alguns games não merecem ser jogados, certo Sr. Duke?!

Estilos que não jogo mais

Percebendo que gosto mais de alguns estilos do que de outros, criei uma lista pessoal do que posso começar a jogar. Fiz isso para aproveitar meu tempo jogando aquilo que realmente gosto. Podem existir exceções, mas elas serão muito bem avaliadas.

Me proibi de jogar games no estilo sandbox (Assassin’s Creed, GTA, Red Dead Redemption), depois de perceber que eles consomem minha vida. O problema não é com o jogo, mas sim comigo, pois entro tanto naquele rico mundo que quero fazer tudo que é possível, inclusive ficar passeando de carro, a cavalo ou em telhados, sem cumprir missões; apenas explorando o espaço. Isso consome muito tempo!

O mesmo ocorre com games de RPG ocidental (Dragon Age, Mass Effect, NeverWinter Nights), como os da Bioware, com várias missões para cumprir, customização total do personagem e linhas de fala para definir o caminho da história do jogo. Para conseguir esse prazer, prefiro reunir a galera em volta da mesa e jogar o bom e velho RPG com dados, livros e fichas de personagem.

E o último estilo não é uma proibição, mas sim uma decisão de momentos. Para games de luta (Street Fighter, Mortal Kombat, Tekken, Soul Calibur), treino com poucos personagens, termino o modo história com alguns e, então, guardo o jogo, deixando-o para quando o pessoal se reúne offline. Esporadicamente, volto a jogá-lo para não ficar enferrujado, mas esse estilo não é uma constante.

Essas escolhas servem para priorizar o que vou jogar. Não recomendo para ninguém. Minha sugestão é: tenha certeza de que você está jogando o que quer, e não o que o mercado manda ou seus amigos recomendam. Tenha certeza de aproveitar seus momentos com os games, pois para o Ginásio Gamer, videogame é coisa séria.

@brunnoelias ama a série Final Fantasy.

Compartilhe a Cidade

Post Author: Cidade Gamer

Sua Morada Pixelada, podcasts de games, vídeos, colunas, matérias textos, notícias e muito bom humor!