Resenha Duke Nukem I

Olá cidadãos, aqui quem vos fala é o Fabiano, depois de pesquisar nos arquivos do museu, acabei encontrando alguns documentos e fitas de segurança sobre o começo da saga do badass mais conhecido do mundo, o senhor Duke Nukem.

Duke Nukem é um jogo de plataforma 2d produzido e publicado pela Apogee (que se transformou na 3D Realms mais pra frente), foi lançado em 1991 para PC.

No seu lançamento ele tinha exatamente esse nome, mas foi avisado pela produtora do desenho animado Capitão Planeta que isso poderia dar algum tipo de problema, ja que o esse era exatamente o nome de um dos mais importantes vilões da série, então na versão 2.0 do jogo o nome foi modificado para Duke Nukum (!!!), porém, isso durou pouco tempo e não pegou e quando foi lançado o segundo jogo da série (Duke Nukem 2) o nome voltou ao original.

A história do jogo se passa no ano de 1997, onde o Doutor Proton pretende dominar o mundo com maquinas, robôs, criaturas geneticamente modificadas e MUITO ÓDIO. Porém esse doutor não contava com a presença de nosso famoso herói, Duke Nukem, que é contratado pelo governo e resolve tornar essa afronta ao mundo como pessoal, começando assim a caçada ao maquiavélico Dr. Proton.

O jogo é dividido em 3 capitulos, onde o primeiro se passa na terra, o segundo se passa na base lunar do Dr. e o terceiro e ultimo capitulo Duke viaja no tempo atrás de seu adversário e põem um fim aos atentados e maluquices do Proton. (Detalhes do autor do review: Essa história eu só fiquei sabendo muito depois lendo na internet, ja que na época, quem traduzia pra mim era minha mãe, mesmo ela não sabendo inglês, ficava inventando a história na hora hahaha).

O jogo possui uma influência direta em questão gráfica de jogos como Mega Man (para PC) e Turrican, sendo que muitos acusam de plágio, já eu discordo sobre isso, já que a temática dos 3 jogos são extremamente diferentes.

O objetivo de Duke durante o jogo é chegar ao fim das fases, coletando chaves, circuitos, melhoramentos para as armas e gadgets para facilitar ou então possibilitar enfrentar os desafios durante o decorrer do jogo. Ainda temos itens como coxas de galinhas que quando alvejadas pelos tiros de Duke se transformam em um GALETO inteiro (detalhe extremamente relevante), latas de coca que também reagem aos tiros, saindo voando, alem de energia molecular que enche completamente sua barra de life. Existem também itens que servem apenas para ganhar pontuação, porém quanto mais pontos, mais vidas voce ganha, fazendo com que isso seja muito importante para finalizar o jogo. Cada fase apresenta uma quantidade de cameras de segurança, que se todas elas forem destruídas, ao fim do estágio o jogador é recompensado com bónus de pontos, também temos as letras que formam a palavra DUKE, que se juntas dão um grande bónus de pontos. Na transição entre as fases você tem a oportunidade de gravar o jogo e pegar um tipo de briefing sobre se desempenho e sobre sua próxima missão.

No quesito técnico Duke Nukem não inovou muito, porém não deixa de ser um ótimo jogo para sua época, tendo uma sonorização baseada em chiptune e com gráficos simples, porem com cores bem marcantes.

Acho que todos deveriam ao menos conhecer essa preciosidade gameistica, principalmente no ano que vai ser lançada a terceira continuação do clássico. Para finalizar, gostaria de dizer que existe uma continuação direta desse jogo, Duke Nukem 2, mas sinceramente nunca curti ele, mas o Duke Nukem 3D é um jogasso.

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O problema é que se você pretende jogar hoje em dia esse jogo, precisara de emular com o DOSBOX para poder rodar corretamente.

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Comments

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  • Thyago Athayde

    Caraca, nessa época a Apogee fazia muito jogo divertido!! Duke Nukum, acho que estava por trás de Hocus Pocus tbm! Inclusive um joguinho de corrida muito bem humorado chamado Wacky Wheels! 😀 Bons tempos!

  • VMetal

    Que decepção, gráficos que mais parecem do século passado, sistema de som ruim (relatos de pessoas que nem som tiveram!!) e configuração complexa (IRQ? DMA? quanta confusão!). Sinceramente eu esperava mais da GEARBOX do que essa versão pobre de um grande clássico que foi Duke Nuken 3D!!

    Será que alguem vai ler aquilo ali e levar a sério? Espero que não hehehe… Nunca joguei este antigão mas aposto que a Gearbox, depois de uma beleza como o Borderlands vai fazer um jogo de deixar qualquer fã orgulhoso. Só espero que não use Gamespy….

  • Bem, se a pessoa nao tem 20 e muitos anos como eu, fica dificil discutir uma perola de jogo como esta. DN foi um classico para jogadores até no brasil ( lembro q joguei esse jogo depois q comprei meu 486 dx 4 comprando a versão freeware no disquete em uma loja em são paulo) e falo… esse é um bom jogo para se jogar… Um historia curiosa minha: qnd eu jogava era e epoca dos mamomas assasinas e numa parte do jogo vc tinhas uns foquetes q qnd vc atirava eles voavam e caia um bonus de pontos, eu besta ficava cantando aquela parte do "jumento celestino" (Saí avuando, parecia um foguete ….) Sim é besta, mas esses pequenos detalhes faz a alegria de um pequeno gamer…

    • essa historia ai me fez lembrar que tinha aquela garra para se pendurar no teto, ai eu lembrava do garra do inspetor bugiganga, o que me fazia ficar cantando a musica do desenho o tempo todo!!

    • Thyago Athayde

      Ah… A boa época dos jogos em Episódios e dos Sharewares. Onde tínhamos que pegar caixas daquelas coisinhas quadradas e irritantemente frágeis chamadas Disquetes! Tudo para conseguir copiar um jogo, já que o Kit Multimídia era caro por demais!

      Quem comprava e guardava os CDs da Revista do CD-ROM pra usar quando comprasse o Kit Multimídia levanta a mão! o/

  • Quando descobri que existiam estas 2 versões fiquei de boca aberta e fui logo procurar, mas para a minha surpresa eram assim em 2D, joguei e até que gostei, mas nada que se comparasse a versão 3D.
    Me lembro de jogar a 3D como se fosse hoje, muito legal.
    Inclusive foi o 1º jogo que joguei multiplayer, através do modem, eu ligava para casa de um amigo e jogávamos co-op juntos, era muito FODA.