Screenshot - Imagem do Jogo

Resenha: Gunpoint

Para PC via Steam Resenha por Prefeito Vivacqua

 

Uma das coisas que sempre me chama a atenção em Indie Games é o bom uso de pixel arts, esse estilo retrô de visuais traz pra mim um sorriso que mescla curiosidade e ansiedade. Nesse aspecto, Gunpoint entrega sem prometer nada.

Essa mistura de curiosidade e ansiedade por pixel art vem do seguinte conceito: Se as pessoas estão fazendo jogos em uma era moderna com um estilo gráfico relativamente antigo, será este jogo em pixel art inovador como muitos jogos atuais, mas mantendo o visual de jogo clássico? A resposta segue abaixo na resenha.

Screenshot - Imagem do Jogo
Clique para ampliar

 

O Jogo é Bom?

Sim

Por que o Jogo é Bom?

Eu poderia te convencer da qualidade do jogo pelo simples fato que é um jogo Stealth de espionagem em Pixel Art, mas vamos aos pontos positivos.

O jogo trata de um espião que através de contratos entra em diferentes missões para diferentes clientes, mas aí vem o lado da espionagem, esse jogo tem sempre um mistério por trás, que é revelado a medida que cada missão é cumprida, ou através das interações com os seus contratantes.

Este é um daqueles jogos incríveis que você pode (e deve) terminar cada missão de maneiras diferentes, e claro, ganhando diferentes conquistas e pontuação conforme seu desempenho, seja ele de assassino frenético ou de fantasma, um espião que ninguém viu lá.

Por que devo jogar o jogo?

A melhor maneira de definir Gunpoint na minha opinião é espionagem industrial encontra Splinter Cell e Elevator Action do fliperama. Cada missão traz um desafio novo com base, seja no seu conhecimento recém adquirido de outras missões, ou do bom uso de equipamentos comprados com a recompensa dos trabalhos bem sucedidos.

A vontade de ver as diferentes formas de terminar uma missão é o que torna o fator Replay desse jogo praticamente instantâneo, quando uma missão termina e você percebe um dispositivo que poderia ser hackeado, ou um guarda que você deixou vivo, ou mesmo um que deixou morto, a vontade imediata de recomeçar e corrigir esses erros é irresistível.

Screenshot - Captura da Tela
Diferença no modo normal e modo hack.

No melhor estilo platafoma com ação, o jogo traz um agente espião a seu controle que tem inicialmente nada além de uma habilidade de pulos altos e coordenados com o uso de um dispositivo único. Tais pulos permitem a entrada em edifícios através de janelas que se encontram em andares elevados.

Mas esse é literalmente o ponto do jogo Gunpoint, nada é fácil como parece depois de algumas missões, é claro, a missão que te ensina o que fazer é simples e funcional, depois disso, a primeira missão que você usa na prática o que aprendeu é que passa a ser o seu desafio. O pulo que é literalmente sua única arma no início, quando mau utilizado pode quebrar uma janela e chamar a atenção de guardas, comprometendo toda a missão.

A evolução do personagem é parte pessoal e parte vem de equipamentos, você sente que está evoluindo a medida que conclui missões usando o que aprendeu, e ganha dinheiro com cada missão terminada, dinheiro esse que compra equipamentos e upgrades, que vão desde uma chance de sobreviver ao tiro de um guarda, a um hack de rede elétrica, o que pode mudar em 100% a jogabilidade de uma missão.

Se você gosta de desafios, jogos leves, plataforma, espionagem e o modo Stealth, Gunpoint pode ser o jogo que você está procurando. Um jogo que me surgiu por recomendação do próprio Steam e que chamou minha atenção ao ponto de não conseguir parar de jogar.

E mais uma nota importante, toda vez que você conseguir render um guarda e bater no mesmo, é difícil de parar, e eu não sie o motivo disso.

Agora vem a parte fácil, comprou, jogou, gostou? Não deixe de classificar o jogo no Estou Jogando, para isso é só clicar aqui!

Ficha Técnica

Gunpoint (link para o Estou Jogando)
Gênero: Ação, Estratégia, Indie, Plataforma
Multiplayer: Não
Preço: R$ 16,99
Desenvolvedora: Suspicious Developments
Comprar no Steam

 Resenha da Cidade Gamer

Compartilhe a Cidade

Post Author: Prefeito Vivacqua

Criado em um laboratório por motivos de puro luxo e inveja, Vivacqua tornou-se o inventor da internet e em seguida da primeira máquina do tempo.