🎮 Cidade Gamer 283: Serviços ou DLCs?

Sejam bem vindos moradores e moradoras pixelados da nossa querida Cidade Gamer, no programa de hoje vamos nos juntar pra debater jogos no formato de serviço como Overwatch, Playerunknown’s Battlegrounds contra os DLCs como Battlefield 1, Street Fighter V e muito outros.

E pra este programa contamos com os participantes:  nosso Ogro de estimação o Bill, o nosso ministro da Economia, Victor Haratani, o ministro dos Esportes, Brunno Leonardo, o estagiário Ânderson Peroty e o Prefeito Vivacqua.

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Caneca da Mei de Overwatch

Este projeto só foi possível graças aos Padrinhos:

Flávio Camilo de Sousa Teixeira, William Duraut Pudell, Thiago Bertuzzi, Phylipe Brocco Anastácio, Gilmar Lima de Souza, Paulo Roberto Libardi, Suelen Nastri, David Vieira Nunes, Andre, João Henrique Dos Santos, Raphael Honda, Ricardo Maginador, Guilherme Sansoni, Drico DOliveira, Igor Benício de Mesquita, Ralf Rossini do Nascimento, Jackson Eduardo Homma, Rubens Mateus Padoveze, Renato Monteiro Ruiz, Diego Maeda Faquinello, Leon Borges E Silva, Thamise de Carvalho Farias, Gabriel Santana Novais, Carlos Eduardo Corsi Ferreira, Wagner Abril, Tuco Souza, Pedro Ernesto Bastos das Chagas, Diego Magaiver Jahn e Patrick Buchmann.

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Canecas da The Magic Box

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Comments

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  • Rubens Mateus Padoveze

    Debate deveras relevante. Acho que estão investindo tanto em assinatura para a indústria ter uma garantia de renda. E também usar o comodismo para conquistar um legião de pessoas que vão gostar de quase qualquer coisa que sair.

    Mas legal para mim foi que hoje ouvi um episódio de 2014 do Blastcast sobre DLCs a questão lá era expansão ou DLC, que antes não tinha como atualizar os jogos e que era coisa de PC não de console. E hoje só 3 anos depois, vocês debatem coisas como relevância de comunidade, jogar em grupo , se vai ter gente jogando só um jogo , se a internet será o centro de distribuição…
    Mas a questão de se é válido, se estão cobrando o justo , se o formato é válido para todos os jogos permanece.

    Vejo com isso que tecnicamente as questões podem se modificar, mas moralmente demora beeem mais para se resolver.
    Ps.: Foram a relevância do cenário competitivo, que está tendo um peso grande em vários passos da indústria. É antes quase não existia.

  • Michael Pereira

    Fala Prefeito e possivelmente nosso mestre Canequeiro Ed Palhares.
    Esse futuro de jogos como serviço, mais me assusta do que me anima. Títulos como For Honor, que empurram microtransações em jogos preço cheio me afasta completamente, e quando a comunidade argumenta com a publisher o pq do progresso de desbloqueio de itens no jogo base estar cimentado, a mesma responde dizendo que; “não é para o jogador poder desbloquear tudo mesmo”… sério? mas claro que não, pq o jogador deveria poder desbloquear os itens que ele já pagou 60 dólares para adquirir o jogo? isso que nem suporte de servidores dedicados para um jogo SOMENTE multiplayer a Ubisoft providencia. E esse é um entre inúmeros exemplos de praticas no mercado.
    O problema que vejo, são as Publishers querendo extrair cada centavo do jogador, lançando jogos com o minimo de conteúdo possível, e depois incluindo mais conteúdo conforme o jogo retem uma base instalada. Destiny é um exemplo de jogo que eu passo longe,o jogo base veio faltando um monte de conteúdo,sem uma historia decente e muito menor do que o prometido inicialmente, depois de um tempo vieram as expansões que deram uma amenizada nos problemas, mas algo que alguém que só investiu no jogo base não poderia desfrutar, já que cada expansão em seu lançamento custava por volta de 20 dólares, e já que o jogo recebeu 4 delas, o produto final completo (excluindo microtransações) para quem comprou Day one, foi de 140 dólares. Por mais que o gameplay seja bom, não vejo como a comunidade continuou dando suporte para uma prática tão abusiva ao jogadores, mas isso pode sair pela culatra, como foi o que aconteceu com o Jogo Evolve. Antes do lançamento o jogo já tinha um plano de DLC agressivo em jogo preço cheio e foi abandonado pela comunidade logo depois depois do lançamento, e nem indo para Free2play salvou o mesmo.
    A mesma coisa pode ser dita de jogos como Overwatch, somente multiplayer, mas deixa o seu progresso de desbloqueio de itens no jogo base (que já se foi pago preço cheio), extremamente mais lento do que seria se não existisse microtransações. claro que essa é uma maneira de manter o jogo sendo atualizado, e pode-se argumentar que tudo no jogo pode ser desbloqueado de graça. mas em contrapartida, a única maneira de acelerar esse processo é comprando Loot Boxes, onde você tem a “chance” de obter alguma Skin que você deseja para algum personagem, ou seja, não é melhor que uma maquina caça níquel. algo que poderia ser facilmente remediado se as Skins pudessem ser compradas separadamente.
    Outra coisa que venho observando é o desejo das publishers, de só desenvolver jogos para o máximo de pessoas possível, o que muitas vezes torna o jogo genérico para atingir um publico especifico, mas esquece que existe uma outra fatia do mercado que gostaria de uma experiencia diferenciada (não necessariamente indie).Por isso eu fico mais inclinado pelos jogos publicados pela Sony, jogos com foco em Single-player, algo que parece ser contra o que a maioria das publishers acredita ser uma bom negócio. mas pelo menos a Bethesda parece entender que existe esse público e vem focando os seus jogos mais recentes para esta fatia de mercado especifica.
    Eu me recuso a gastar dinheiro em microtransações, mas quando a empresa lança algo digno, como expansões, eu não penso duas vezes.Exemplos são as Expansões do The Witcher 3, que mais parecem jogos novos por um preço maravilhoso, as Dlcs do Dragon Age e da Trilogia Mass Effect são incriveis, e no final do ano passado eu havia comprado a Season Pass do Uncharted 4 por 20 dolares, e vou receber o Lost Legacy, que meio que virou um jogo stand Alone de 40 dólares, maior que a Dlc do Left Behind do Last of Us, mas menor que o Uncharted 4.
    Um grande abraço Pixelado.

  • Fabricio Karim

    Um modelo que acho interessante é o usado pelo Dead or Alive 5.
    Baixando o demo ou o jogo completo você baixa o mesmo conteúdo. Caso pegue o demo, o modo Story estará bloqueado e apenas 4 personagens estão liberados, sendo possível comprar cada personagem separadamente ou passar para a versão complete.
    Mesmo no demo, para cada personagem há +/- 10 roupas desbloqueaveis e mais umas 40 por DLC – R$ 4,00 cada. Pro ser apenas roupas, não interfere na jogatina.
    Existem apenas 3 personagens por DLC no jogo. Por todo conteúdo estar no demo, não há problemas em jogar online com a versão free.

    PS: Comparem o visual da Mai Shiranui no King of Fighters XIV com a versão do Dead or Alive 5.
    https://www.youtube.com/watch?v=neGf-o8-j9w

  • JON TALBAIN

    Sou meio velho…fico puto com DLCs, Season Pass e essas trocentas mil atualizações….os games tem chegado incompletos como SFV….como curto jogos antigos fico pensando…daqui a 10 anos não vou poder colocar esse game em um outro console e jogar com todos os personagens etc se não puder baixar o conteúdo….entendo a práticas como negócio e modelo de vendas/ditribuição etc…mas como consumidor ter o jogo completo pra eu guardar e jogar sempre é algo que prezo!