Sua Morada Pixelada

Versões maliciosas de Flappy Bird se espalham em aparelhos com sistema Android

Flappy Bird com vírus?

Logo após as lojas App Store e Google Play terem retirado o viciante jogo Flappy Bird (http://flappybird.io/) de seus catálogos de aplicativos, milhares de usuários, curiosos pela fama que o jogo ganhou, resolveram procurar o game em sites de jogos e em fontes clandestinas. O resultado dessa procura foi a contaminação de vários dispositivos com sistema android dos jogadores, que, ao baixarem o app do game, foram surpreendidos com a instalação de um software malicioso em seus aparelhos.

Segundo o desenvolvedor do Flappy Bird, o vietnamita Dong Nguyen, o jogo foi retirado do ar por ser “muito viciante”, afirmou. Mesmo sem poder baixar o game das lojas oficiais, ainda é possível encontrar cópias originais e instalá-lo sem problemas no seu smartphone ou tablet. No entanto, fique atento com o modo que a “verão maliciosa” do software pode ser instalada no seu dispositivo sem que você perceba.

De acordo a PSafe (http://www.psafe.com/web/), um desses aplicativos danosos se disfarça como uma “trial” do jogo. Quando ela é aberta, pede para o usuário envir uma mensagem de texto a um número no exterior, a fim de que a confirmação seja efetuada e o game liberado. Mas, na verdade, o que ganha liberdade é o malware, que logo ao ficar livre infecta o seu aparelho.

Ainda segundo a PSafe, de forma geral, essas ameaças se tratam apenas de novas versões de malwares que já existem entre os usuários do sistema Android. Mas, graças a aclamação do público com Flappy Bird, não é suspresa que muitas pessoas descubram que seus aparelhos foram infectados durante uma tentativa de instalar o

jogo. Portanto, fique atento. Embora algumas versões maliciosas do aplicativo se comportem identicamente ao Flappy Bird original, eles podem se conectar de forma discreta ao Google Cloud Messaging (http://developer.android.com/google/gcm) para receber e enviar informações a um computador remoto. Após essa comunicação acontecer, o aparelho passa a enviar informações como o número de telefone, endereços cadastrados no Gmail e outros dados registrados no dispositivo.

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